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Cota racial em concurso público gera polêmica

Cota racial em concurso público gera polêmica
Supremo Tribunal Federal pode derrubar decreto que reserva vagas para negros e índios

Rio - O PSDB vai entrar com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar anular o decreto assinado pelo governador Sérgio Cabral, em junho, que reserva 20% das vagas em concursos públicos para negros e índios. A polêmica posição contrária à política de cotas raciais ameaça novas seleções no Estado do Rio, uma vez que o decreto pode perder seu valor legal. Caso a decisão do STF seja favorável ao partido, a norma deixa de valer mesmo que já tenha sido publicada em edital, alertam especialistas. 

A advogada Roberta Kaufmann é quem vai mover a ação em nome do partido. Ela costuma dizer que o sistema de cotas ofende o princípio da proporcionalidade. Procuradora de Justiça no Distrito Federal, já chegou a afirmar que as cotas favorecem a entrada de negros ricos nas universidades e estimulam uma discriminação reversa. 

Publicado na última sexta-feira, o edital do MPE-RJ (Ministério Público do Estado do Rio) foi o primeiro do estado que apresentou vagas reservadas a negros e índios. 

Estudante, Jefferson Espíndola, 26, diz que o meio de contornar a desigualdade racial deveria ser pautado na valorização salarial do professor em sala de aula: “Temo que esconda a importância de se investir na educação”.

Fonte: O Dia
Blog- Particularmente sou contra essa cota racial. Não se mede a inteligência pela etnia. O que deve ser feito é a melhorar o ensino público.

Rio de Janeiro: onde a justiça tarda e falha

Rio de Janeiro: onde a justiça tarda e falha
Reprodução da capa do jornal O Globo

A que ponto chegamos! Em números absolutos, o Estado do Rio, é onde o MP mandou arquivar mais casos de homicídios, comparando com todos os outros estados. Percentualmente o Estado do Rio arquivou 96% e Goiás 97%. Todo é mundo é inocentado. O MP raramente vê algum indício para as denúncias. Segundo está no jornal O Globo, o Procurador do MP – RJ, Cláudio Lopes diz que se houve erros foram “casos pontuais”. Pontuais? Com 96% dos casos arquivados, casos pontuais foram aqueles em que o MP apresentou denúncia. A média nacional é muito ruim: 80% dos casos de homicídio arquivados. Em São Paulo foram 71% dos casos. O MP – RJ virou engavetador. Vai tudo pra gaveta, todo mundo fica impune. 

Não é a toa que bandidos de todas as nacionalidades adoram o Rio de Janeiro. 

O MP – RJ manda arquivar não apenas os casos de homicídio, mas também as denúncias contra o governo Cabral e seus amigos. Uma semana depois do acidente com o bonde até agora o secretário Julio Lopes sequer foi ouvido. Mas em alguns casos o MP – RJ é implacável. Vejam abaixo a reprodução do jornal O Globo, que mostra que quando o governo Cabral pede, o MP – RJ age rápida e rigorosamente. Foi só Wagner Victer reclamar de um problema com o restaurante Barril 8000, na Barra da Tijuca, que o MP agiu, como, aliás, deveria fazer nos outros casos.

Reprodução da coluna Gente Boa, de O Globo

Fonte: Blog do Garotinho